A concorrência maior ficará entre os SUVs e as pica-
pes, que no mundo já representam o maior mercado das
montadoras, o que confirma uma tendência que está
em alta – a preferência do consumidor pelos modelos
mais altos e parrudos. Segundo o portal Auto Buzz,
SUVs e crossovers representaram 22,3% das vendas de
automóveis em 2017.
Os SUVs conquistaram o mercado, galgando posições
no ranking dos mais vendidos do país, mesmo entre os
modelos com maior valor, como o Compass, da Jeep,
que custa cerca de R$ 107 mil. Dos 50 modelos lança-
dos no Brasil em 2017, entre nacionais e importados,
quase metade foi de SUV. Algumas marcas até passa-
ram a chamar seus compactos de utilitários esportivos
para chamar a atenção dos consumidores.
Além disso, o fim do Inovar Auto, em dezembro de
2017, também extinguiu a cobrança dos 30 pontos ex-
tras do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)
para importados, o que promete acirrar, ainda mais, a
disputa entre as montadoras.
Nesse cenário, pode-se observar a entrada de no-
vos competidores, entre os quais as coreanas Kia, que
anunciou investimentos de R$ 100 milhões, e a Ssan-
gYong, que anunciou seu retorno, pela terceira vez, ao
mercado brasileiro, com a proposta de “produtos
pre-
mium
com preços competitivos”. Somam-se a elas as
chinesas Chery e JAC, que concorrerão com Honda, Jeep
e Hyundai.
E as montadoras prometem grandes lançamentos
para a categoria, como o Stonic, da Kia; o T60, da JAC;
o Tivoli e o Korando, da SsangYong; oTiggo 7, da Chery;
o T-Cross, da Volkswagen; e o Citroën C4 Cactus, que
chegam para brigar com o HR-V (Honda), o Creta (Hyun-
dai) e o Renegade (Jeep). Outra aposta da indústria está
na categoria dos sedãs compactos, com o lançamento
do Fiat Cronos e também do Virtus, da Volkswagen.
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FIAT CRONOS
TIVOLI, DA SSANGYONG
VOLKSWAGEN VITRUS
VOLKSWAGEN T-CROSS
REVISTA
SINDLOC
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