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NOTAS

MAIS INVESTIMENTOS?

MONTADORAS PROJETAM

APORTE DE US$ 30 BI

MENOS INVESTIMENTOS?

ANFAVEA PREVÊ RETRAÇÃO

SEM O ROTA 2030

A Anfavea, por sua vez, demonstra preocupação com

as implicações da demora do governo para viabilizar o

Rota 2030. Para a entidade, a ausência de um programa

de incentivo pode, no longo prazo, levar as montado-

ras a retirar do Brasil investimentos em P&D e deslo-

cá-los para as matrizes no exterior. Outra medida pre-

vista pelo Rota, que é estabelecer metas de eficiência

energética para carros em circulação no país, também

é objeto de questionamentos da indústria. As fabrican-

tes alegam que promoveram expressivos aportes para

reduzir os níveis de consumo até então estipulados pelo

Inovar-Auto, mas agora, sem uma definição, a alocação

de novos recursos pode ficar comprometida.

IMPOSTO

ISS PASSARÁ A TER SISTEMA ÚNICO

Parte da capacidade ociosa das montadoras no Bra-

sil começa a ser ocupada e estimula a indústria a pro-

jetar altos investimentos no mercado nacional. A es-

timativa é de um aporte total de US$ 30 bilhões até

2022, com foco em modernização, nacionalização e

ampliação das unidades fabris. A Renault destinou R$

750 milhões para fazer as próprias peças de alumínio,

mesmo valor a ser utilizado pela Nissan em sua fábrica

em Resende (RJ). Outros R$ 13 bilhões foram anuncia-

dos pela GM, enquanto R$ 7 bilhões estão reservados

pela Volkswagen para o lançamento de 20 veículos até

2020, dos quais 13 serão produzidos no país. A Toyo-

ta conta com R$ 1 bilhão para desenvolver um novo

modelo em Sorocaba (SP). Exemplos animadores para

a cadeia automotiva.

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Um dos mais complexos imbróglios tributários do país

pode estar com os dias contados. Instituições bancárias

de todo o país uniram-se para lançar um sistema único de

pagamento do ISS em operações com cartões de débito,

crédito e leasing. A decisão tem como objetivo atenuar a

burocracia gerada pela descentralização da cobrança do

imposto, que migrou do município de origem para o de

destino. Com a nova lei, municípios passaram a interpretar

a base de cálculo do tributo de maneiras completamente

divergentes, fixando alíquotas que oscilam de 2% a 5%.

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